quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Retomada do blog
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Americana transforma autógrafo de Paul McCartney em tatuagem

terça-feira, 17 de agosto de 2010
Beautiful Night - Show de Paul McCartney em Montreal na visão de um fã brasileiro
Texto de Márcio Mesquita, publicado originalmente na lista de discussões Beatles Brasil.
Caros colegas,
Não sou de escrever muito aqui, mas preciso compartilhar isso com vocês. Já passa de 1h da madruga numa das noites mais felizes da minha vida e não consigo dormir porque a adrenalina ainda não se dissipou totalmente. Acabei de ter o indescritível prazer de ver o show do Paul em Montreal!
Como era de esperar, o set list foi bem parecido com o do show do México. A banda estava excelente, com destaque para o monstro Abe Laboriel na batera, backing vocals e dancinhas pra animar a platéia. Esse cara agita muito e é um show à parte. É muito bom ver ele surrar aquela bateria com vontade e ainda ser peça fundamental nas harmonizações vocais. E falando em cantar, o Sir estava em ótima forma vocal, alcançando todas as notas com timbre claro e limpo, muito melhor do que nas gravações que vi do show do México e daquele concerto beneficente que foi transmitido ao vivo pela internet. Aqui a apresentação foi no Bell Centre, um estádio de hockey onde parece ser meio difícil equilibrar o som. Já fui a shows lá onde o som era bem embolado, sem clareza, mas dessa vez acertaram na mosca. Som excelente, mesmo bem longe do palco.
A produção de palco do show eh muito boa, com direito a efeitos pirotécnicos em Live and Let Die e um telão gigantesco no fundo com vídeos especiais pra cada música. O Macca conversou bastante com a plateia, arriscando de vez em quando um francês meio enrolado. Em um dado momento ele comentou sobre as placas que o público levanta pra ele durante o show. Brincou dizendo que é muito difícil trabalhar assim, que ele tem que se concentrar pra cantar afinado, tocar um instrumento, lembrar das letras... mas as inúmeras placas no seu campo de visão roubam a atenção. Deu o exemplo de uma que dizia algo como "Paul, assine no meu braço! Tenho uma visita marcada com um tatuador. Por favor!".
As histórias contadas e as homenagens ao George e ao John foram muito emocionantes. A primeira parte do show teve 2h ininterruptas, seguidas de dois bis, totalizando 3h de felicidade! É surpreendente ver um senhor de quase setenta anos fazendo um show longo desses, tocando com tanta garra, cantando maravilhosamente bem e se divertindo, bem à vontade. Como ele disse numa entrevista por aqui, eles sobem no palco com a intenção de fazer daquela noite a melhor noite das vidas de quem está na plateia. Creio que eles consigam sempre.
No segundo bis ele chamou a garota da placa pro palco e autografou seu braco.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Momento Videoclip (12)
COMPOSITORES : BOBBY MARCHAN
INTÉRPRETE : SLADE
ANO DE LANÇAMENTO : 1970
RELEASED AS A SINGLE IN THE UK
Let your head down
I want to say everybody get on of your seat
Clap your hand and step your feet
*Get down and get with it
I said*
Do the turns
Come on baby
Im going to watch everybody work
I said come on baby
Watch everybody do the dance
(*repeat)
It's been a long long time
Yeah,yeah,yeah
I'm going to watch everybody go around
I said (*repeat) baby
Watch everybody make some time
(* repeat)
It's alright
Yeah, yeah, yeah
Ma ma ma ma.....
Baby it's alright
Ma ma ma ma ma ma
Everybody raise both of your hand in the air
Everybody, everybody
I said clap your hands
Everybody clap your hands
Yeah,yeah,yeah
Ma ma ma ma
Everybody clap your hands ma ma ma...
I want to see everybody get your boots on
Everybody everywhere
I said step your feet
Come on and step Your feet Yeah
Yeah, yeah, yeah,
Ma ma ma ma...
Everybody step your feet
Ma ma ma ma...
I want to say everybody get above your seats
Clap your hands and step your feet
Make it
(* repeat)
I said (*repeat)
I said (*repeat) baby
Yeah,yeah,yeah
Ma ma ma ma
I said come on baby, ma ma ma ma...
I said step your feet and do the thing baby
Yeah,yeah,yeah
Ma ma ma ma...
Everybody step your feet baby
I said ma ma ma ma
Yeah...
I said (*repeat) now
Yeah,yeah,yeah
Ma.....
(*repeat) baby
Ma.....
I want everubody to say their feels
All right
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Vamos atravessar Abbey Road ?
A webcam agora foi atualizada com vídeo e som completo. Agora você pode ouvir e ver tudo acontecendo muito melhor do que antes.
O ângulo de webcam é sobre o exato oposto da capa do álbum, assim você não consegue a mesma visão da rua. Mas você pode ver na parede do lado direito da parte traseira da capa. E você pode assistir os turistas e parando o tráfego enquanto fazem seu caminho através daquela rua muito movimentada, alguns tentando tirar uma foto igual a capa do álbum dos Beatles.E agora que lá é verão terão vários fãs querendo parar o trànsito para cruzar e tirar a foto.
Para assistir basta clicar no link http://www.abbeyroad.com/visit/
fonte:http://www.examiner.com/x-2082-Beatles-Examiner~y2010m7d14-Take-a-peek-at-the-famed-Abbey-Road-crossing-with-the-new-webcam--sound-and-video-added
terça-feira, 13 de julho de 2010
Box de Marcos Valle em Breve
Conhecendo o trabalho de Gavin, com lançamentos anteriores de extrema qualidade, esse box deve ser conferido.
Eu com certeza vou comprar, não só por ser fã do trabalho de Marcos Valle, mas como admirador do trabalho perfeito de pesquisa do Gavin.
13 de Julho - Dia Mundial do Rock
sábado, 10 de julho de 2010
Momento Videoclip (11)
COMPOSITOR : STANLEY / SIMMONS
INTÉRPRETE : KISS
ÁLBUM : DRESSED TO KILL
ANO DE LANÇAMENTO : 1973
You show us everything youve got
You keep on dancin and the room gets hot
You drive us wild, well drive you crazy
You say you wanna go for a spin
The partys just begun, well let you in
You drive us wild, well drive you crazy
You keep on shoutin, you keep on shoutin
I wanna rock and roll all nite and party every day
I wanna rock and roll all nite and party every day
I wanna rock and roll all nite and party every day
I wanna rock and roll all nite and party every day
You keep on saying you'll be mine for a while
Youre lookin fancy and I like your style
You drive us wild, well drive you crazy
You show us everything youve got
Baby, baby that's quite a lot
And you drive us wild, well drive you crazy
You keep on shoutin, you keep on shoutin
I wanna rock and roll all nite and party every day
I wanna rock and roll all nite and party every day
I wanna rock and roll all nite and party every day
I wanna rock and roll all nite and party every day
I wanna rock and roll all nite and party every day
I wanna rock and roll all nite and party every day
I wanna rock and roll all nite and party every day
I wanna rock and roll all nite and party every day
I wanna rock and roll
Momento Videoclip (10)
AUTOR : SUZI QUATRO
INTÉRPRETE : SUZI QUATRO
ÁLBUM : SUZI QUATRO
ANO DE LANÇAMENTO : 1973
Well you got the hands of a man and the face of a little boy blue-ue
And when you stand you're so grand there's a case just for looking at you-oo oo-oo
You're so young, you could have been the devil's son
You're so young, but like a hang up I'll be sad when you're old and you're gone
Refrain:
Watch Out!
You know the 48 Crash come like a lightning flash (48 Crash, 48 Crash)
And the 48 Crash is a silk sash bash (48 Crash, 48 Crash)
48 Crash, 48 Crash
Come like a lightning flash, a lightning flash
And it's a silk sash bash, a silk sash bash, that's the 48 Crash
You've got the kind of a mind of a juvenile Romeo-o
And you're so blind you could find that your motor ain't ready to go-o o-o
You're so young, you're a hot shot son of a gun
You're so young, but like a teenage tearaway soon you'll be torn and you'll run
Refrain
Crash, Crash, 48 Crash (Crash)
Crash, Crash, 48 Crash (Crash)
Crash, Crash, 48 Crash (Crash)
Crash, Crash, AAAGH!
You know the 48 Crash comes like a lightning flash (48 Crash, 48 Crash)
And the 48 Crash is a silk sash bash (48 Crash, 48 Crash)
48 Crash, 48 Crash
Come like a lightning flash, a lightning flash
And it's a silk sash bash, a silk sash bash
That's the 48 Crash
48 Crash (Repeat And Fade)
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Happy Bithday, Richie !!!

terça-feira, 6 de julho de 2010
Gravadora dos Beatles remasteriza 15 discos e lança em formato digital pela primeira vez
O catálogo remasterizado será de álbuns de James Taylor, Billy Preston, Mary Hopkin, Jackie Lomax, John Tavener, Doris Troy, Badfinger e Modern Jazz Quartet. As novas versões dos discos estão previstas para chegar às lojas no dia 26 de outubro. Todos os artistas são contratados pela Apple Records.
Recentemente, a Apple Records anunciou os planos de Liam Gallagher para trabalhar em um filme sobre a gravadora e os Beatles. O ex-vocalista do Oasis conseguiu os direitos das memórias de Richard DiLello, assessor de imprensa da gravadora Apple, que detalha os últimos anos da banda --entre 1967 e 1970-- e seu eventual fim.
Os discos que serão relançados pela Apple são:
James Taylor - "James Taylor" (1968)
Badfinger - "Magic Christian Music" (1970)
Badfinger - "No Dice" (1970)
Badfinger - "Straight Up" (1972)
Badfinger - "Ass" (1974)
Mary Hopkin - "Post Card" (1969)
Mary Hopkin - "Earth Song, Ocean Song" (1971)
Billy Preston - "That's The Way God Planned It" (1969)
Billy Preston - "Encouraging Words" (1970)
Doris Troy - "Doris Troy" (1970)
Jackie Lomax - "Is This What You Want?" (1968)
Modern Jazz Quartet - "Under The Jasmin Tree" (1968)
Modern Jazz Quartet - "Space" (1969)
John Tavener - "The Whale" (1970)
John Tavener - "Celtic Requiem" (1971)
domingo, 4 de julho de 2010
Novos Baianos
Os Novos Baianos foram um conjunto musical brasileiro, nascido na Bahia, ativo entre os anos de 1969 e 1979. Eles marcaram a música popular brasileira e até o rock brasileiro dos anos 70, utilizando-se de vários ritmos musicais brasileiros que vão de bossa nova, frevo, baião, choro, afoxé ao rock n' roll. O grupo lançou oito trabalhos antológicos para MPB. Influenciados pela contracultura e pela emergente Tropicália. Contava com Moraes Moreira (compositor, vocal e violão), Baby Consuelo (vocal), Pepeu Gomes (Guitarra), Paulinho Boca de Cantor (vocal), Dadi (baixo) e Luiz Galvão (letras) entre outros.
A história do grupo começou em 1969. com o espetáculo "O Desembarque dos Bichos Depois do Dilúvio Universal", no Teatro Vila Velha, em Salvador, Bahia, onde pela primeira vez juntos, se apresentaram Luiz Galvão, agrônomo formado, Paulinho Boca de Cantor, ex-crooner da "Orquestra Avanço", popular nas noites de Salvador, Moraes Moreira, a única não-baiana do grupo, a niteroiense Baby Consuelo, e Pepeu Gomes.
Moraes Moreira foi apresentado a Tom Zé, que era amigo de Galvão. Baby Consuelo conheceu os dois (Moraes e Galvão) em um bar, enquanto passava as férias em Salvador. Mais tarde, Paulinho Boca de Cantor conheceu os três, e se uniu a eles. Dos membros que formariam o grupo mais tarde, apenas Pepeu Gomes era músico, e havia passado por diversas bandas. Nas apresentações em palco e gravações, o grupo era inicialmente pelo um quarteto, acompanhado pelo grupo 'Os Leifs', que depois teve seu nome mudado para A Cor do Som, do qual faziam parte o baixista Dadi, o baterista/percussionista Baxinho José Roberto Martins Macedo, o guitarrista Pepeu Gomes e seu irmão baterista, Jorginho Gomes. Pepeu Gomes se casou com a vocalista da banda, Baby Consuelo, e é incorporado definitivamente ao grupo e, ao lado de Moraes Moreira, colabora de maneira como arranjador musical do grupo.
Em 1969 se inscreveram para o V Festival de Música Popular Brasileira com a canção "De Vera". A origem do nome surgiu em decorrência a uma apresentação na Rede Record, quando ainda sem nome definido para o grupo, o coordenador do festival, Marcos Antônio Riso gritou "Chama aí esses novos baianos!". Os Novos Baianos nunca foram controlados por gravadoras e empresários, tanto que, quando foram para São Paulo, se apresentaram em diversos programas de televisão, extrapolando o tempo previsto.
O primeiro empresário do grupo foi Marcos Lázaro, e a primeira gravadora foi a RGE, onde lançaram um compacto simples, "De Vera"/"Colégio de Aplicação", e no ano de 1970 o primeiro long play, titulado de É Ferro na Boneca, que além de trazer as canções do compacto, e uma grande mistura de gêneros, foi tema dos filmes "Caveira My Friend" e "Meteorango Kid". Apesar de tudo, o número de cópias vendidas do disco não foi tão extensa.
Com a desclassificação de "Vera" do Festival da Record, Os Novos Baianos resolveram seguir para o Rio de Janeiro. Lá, moravam todos juntos em quatro cômodos, o que fazia com que o entrosamento entre os músicos fosse muito grande. Em 1971, gravaram o segundo compacto simples, "Volta que o Mundo dá", e receberam a visita de João Gilberto, que viria a influenciá-los com o samba.
Após a grande fusão de gêneros brasileiros, sugerida por João Gilberto, e a guitarra de Pepeu Gomes, surgiu o mais consistente e lembrado disco do grupo, Acabou Chorare, pela Som Livre; considerado o melhor álbum brasileiro da história segundo a revista Rolling Stone.
Em Jacarepaguá, alugaram um sítio apelidado de "Sitio do Vovô". Viviam de forma quase anárquica em pleno regime militar. Em uma nova gravadora, a Continental, lançam seu terceiro álbum de estúdio, Novos Baianos F.C., com inovações rítmicas e líricas. O disco ganhou um filme homônimo de Solano Ribeiro.
Os Novos Baianos se mudam novamente, desta vez para uma fazenda em São Paulo, a convite de um executivo da Continental. Lá gravaram o quarto disco, Novos Baianos, mais conhecido por Alunte. O disco não vendeu tanto quanto os anteriores, o que levou ao desentendimento com a gravadora. A crise começou, Moraes Moreira, principal letrista da banda resolveu partir para a carreira solo.
Desfalcados de Moraes Moreira, letrista principal ao lado de Galvão, o grupo faz de Pepeu Gomes o exemplo instrumental. O disco seguinte, Vamos pro Mundo, foi lançado ainda em 1974 pela Som Livre e tinha como foco as faixas instrumentais em choro, baião e samba.
Em 1976, o grupo assina seu contrato mais longo, de dois anos com a gravadora Tapecar. O primeiro álbum na gravadora, Caia na Estrada e Perigas Ver, investiu no samba, rock e Pandeiro e "Brasileirinho" de Waldir Azevedo. Em 1977 lançara Praga de Baiano, já enfraquecidos pelo processo inicial das carreiras solo de Paulinho, Pepeu e Baby. O disco trazia o trio elétrico, frevo, e bastante música instrumental. Tornaram-se atração dos trios-elétricos, e Baby Consuelo foi a primeira cantora desse tipo de evento.
O último trabalho, Farol da Barra (álbum) Farol da Barra, pela CBS, homenageia os compositores Ary Barroso e Dorival Caymmi, regravando "Isto Aqui O Que É?", e "Lá Vem a Baiana". O principal destaque do disco era a faixa-título, uma parceria entre Galvão e Caetano Veloso. No ano seguinte o grupo encerra suas atividades.
Em 1987, Baby, Pepeu e Paulinho se reuniram em uma apresentação única no Teatro Castro Alves. Em 1990, a reunião completa de Baby, Paulinho, Pepeu e Moraes Moreira aconteceu em um trio elétrico nas ruas de Salvador. Nesse mesmo ano, Pepeu e Moraes gravam um trabalho juntos.
A banda também se reuniu em meados da década de 1990 para uma apresentação com Marisa Monte, que apoiou o retorno do grupo aos estúdios. Em 1997, o grupo reúne sua formação original e lançam o disco duplo: Infinito Circular.
Em 2009, durante o carnaval de Salvador, se reuniram novamente Paulinho, Baby e Pepeu para duas apresentações abordo do trio elétrico intitulado "Os Novos Baianos" a banda percorreu o circuito do Campo Grande até a praça Castro Alves arrastando inúmeros fãs . O trio contou, ainda, com a participação das filhas de Baby o grupo "SNZ" e de seu filho Pedro Baby;
Também em 2009 o grupo se apresentou na Virada Cultural, no palco localizado na Avenida São João em São Paulo. O show foi visto por um milhão de pessoas no Domingo (3/5). A apresentação contou com Baby do Brasil, Pepeu Gomes, Luis Galvão e Paulinho Boca de Cantor, da formação clássica. Moraes Moreira não tem se apresentado mais com o grupo Novos Baianos.
Discografia
* 1970 – É Ferro na Boneca (RGE)
* 1972 – Acabou Chorare (Som Livre)
* 1973 – Novos Baianos F.C. (Continental)
* 1974 – Novos Baianos (Continental)
* 1974 – Vamos pro Mundo (Som Livre)
* 1976 – Caia na Estrada e Perigas Ver (Tapecar)
* 1977 – Praga de Baiano (Tapecar)
* 1978 – Farol da Barra (CBS)
sábado, 3 de julho de 2010
Momento Videoclip (9)
AUTORES : GOFFIN - KING
INTÉRPETRE : GRAND FUNK RAILROAD
ALBUM : SHININ´ ON
ANO DE LANÇAMENTO : 1974
(Come on baby, do the Loco-motion)
I know you'll get to like it if you give it a chance now
(Come on baby, do the Loco-motion)
My little baby sister can do it with me;
It's easier than learning your A-B-C's,
So come on, come on, do the Loco-motion with me.
You gotta swing your hips, now. Come on, baby.
Jump up. Jump back. Well, now, I think you've got the knack.
Now that you can do it, let's make a chain, now.
(Come on baby, do the Loco-motion)
A chug-a chug-a motion like a railroad train, now.
(Come on baby, do the Loco-motion)
Do it nice and easy, now, don't lose control:
A little bit of rhythm and a lot of soul.
So come on, come on, do the Loco-motion with me.
Move around the floor in a Loco-motion.
(Come on baby, do the Loco-motion)
Do it holding hands if you get the notion.
(Come on baby, do the Loco-motion)
There's never been a dance that's so easy to do.
It even makes you happy when you're feeling blue,
So come on, come on, do the Loco-motion with me.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Morre baixista original do grupo The Kinks
Quaife tocou em um dos maiores hits do hard rock mundial: You Really got Me, do álbum homônimo dos Kinks, de 1964.
O roqueiro integrou o grupo entre 1961 e 1969.
Ainda não foi divulgada a causa exata da morte do músico, mas ele fazia hemodiálise há dez anos . O baixista tinha 66 anos de idade.
sábado, 19 de junho de 2010
Momento Videoclip (8)
COMPOSITOR : PAUL McCARTNEY
INTÉRPRETE : PAUL McCARTNEY & WINGS
ANO DE LANÇAMENTO : 1978
ÁLBUM : LONDON TOWN
With a little luck we can help it out
We can make this whole damn thing work out.
With a little love we can lay it down
Can't you feel the town exploding.
There is no end to what we can do together
There is no end.
The willow turns his back on inclement weather
And if he can do it we can do it
Just me and you.
And a little luck we can clear it up
We can bring it in for a landing.
With a little luck we can turn it on
There can be no misunderstanding.
There is no end to what we can do together
There is no end.
The willow turns his back on inclement weather
And if he can do it we can do it
Just me and you.
With a little push we could set it off
We can send it rocketing skywards.
With a little love we could shake it up
Don't you feel the comet exploding.
With a little luck
With a little luck
With a little luck
A little luck
A little luck.
With a little luck we lay it down
Don´t you fell the comet exploding
With a little push baby
We could set it off
We can end it rocketing skywards.
With a little luck we could shake it up
Don't you feel the comet exploding
Wo-wo-o.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
A Fifa e o Marketing de Emboscada
A emboscada é tão antiga quanto as batalhas. A partir do momento em que diferentes grupos começaram a entrar em combate, a emboscada foi adotada como estratégia.
A idéia da emboscada é simples. Se você tem um grupo forte e vai entrar em conflito contra um grupo fraco, você vai pra cima no combate direto. Se você tem um grupo fraco que vai entrar em combate contra um grupo forte, porém, você precisa adotar uma estratégia que permita anular a força do inimigo e fazer com que a situação lhe dê alguma vantagem no combate. Daí, então, você tenta a emboscada, que consiste em uma ação planejada que faz uso do elemento surpresa e das condições ambientais para colocar o inimigo em uma situação de inferioridade, mesmo que ele seja mais poderoso ou em maior número.
Para uma emboscada dar certo, ela precisa ser muito bem planejada, muito bem organizada e muito bem executada, além de ter que contar com uma certa dose de ingenuidade do inimigo. E foi tudo isso que a cervejaria holandesa Bavaria fez nessa Copa. Foi uma ação de marketing de emboscada primorosa.
Quando as câmeras do estádio que era palco de Holanda x Dinamarca mostraram o grupo de torcedoras holandesas trajando micro-vestidos alaranjados, ninguém que não fosse da Holanda imaginava que aquele era um grupo de torcedoras organizado por uma empresa. Aos olhos internacionais, era apenas um grupo de amigas que deveria ter viajado para a Holanda para festar durante a Copa do Mundo. Aos olhos da Fifa, era uma ameaça à Ambev, dona da Budweiser e patrocinadora oficial do evento. Tanto era uma ameaça que o grupo de meninas foi arrastado com certa violência para longe de suas cadeiras e levado a uma sala do estádio onde ficaram trancadas por algumas horas. Duas delas, supostamente as organizadoras e de fato as únicas holandesas do grupo, foram inclusive presas posteriormente, acusadas de infrigir a nova lei que a África do Sul criou para a Copa que torna o marketing de emboscada crime.
E foi aí, bem aí, que a Fifa caiu na emboscada armada pela Bavaria. A verdade é que se a Fifa não tivesse feito nada, ninguém ia saber que os vestidos que as meninas usavam eram parte de um brinde distribuído pela Bavaria na Holanda, afinal nem marca eles tinham - diferente das calças que a mesma empresa distribuiu em 2006 e que fez com que alguns torcedores tivessesm que assistir a um jogo da Holanda de cuecas. Mas como a Fifa tomou uma contra-medida desproporcional, algo que era previsível, o caso teve repercussão mundial, e os poucos milhares de euros gastos pela Bavaria na confecção dos vestidos e na contratação das meninas, se transformou em milhões de euros ganhos com exposição espontânea. A Fifa caiu como um patinho. A ação foi rápida, bem planejada e organizada, e o inimigo foi extremamente ingênuo. Típica emboscada.
Uma marca de jeans, que eu não sei qual é, tentou fazer a mesma coisa ao estender uma camisa gigante na torcida do Brasil durante o primeiro jogo. O programa Pânico também, aparentemente, colocou uma faixa na beira do gramado. Como não houve uma reação desproporcional, os casos não ganharam maior repercussão.
O da Bavaria não. Foi no ponto. Be-a-bá do marketing de guerrilha. Case de estudo para faculdades.
Pena que a cerveja é ruim.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Happy Birthday, Sir Paul !!!
Parabéns pelos 68 anos, Sir Paul McCartney !!!
Muita saúde, paz e rock and roll !!!
E que você venha ao Brasil antes do próximo niver, cara !!!
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Badfinger
Badfinger foi uma banda britânica de power pop, considerada uma das mais promissoras bandas de rock do final dos anos 1960, fazendo parte da Apple (que apesar do fim dos Beatles ainda manteve-se na ativa). Experimentou o gosto do sucesso tanto na Inglaterra quanto nos Estados Unidos, mais até do que muitas outras bandas ousaram sonhar. Até 1969 chamava-se The Iveys, bem como uma das canções do álbum lançado naquele ano.
Contaram com uma coleção expressiva de hits como Come And Get It (composta por Paul McCartney), No Matter What, Day After Day, Baby Blue, Without You, entre muitos outros mas, apesar de tudo isso, não conseguiram desfrutar do sucesso de seu trabalho, tendo uma história atribulada e até trágica. Após anos de turnês e inúmeros processos legais (que apenas serviram para enriquecer alguns advogados), os líderes criativos da banda - Pete Ham e Tom Evans - acabaram, em momentos distintos, cometendo suicídio.
Pete Ham nasceu em 27 de Abril de 1947 na cidade portuária de Swansea, País de Gales, e era o mais novo de três filhos. Um jovem ativo, criativo, sua grande paixão, desde criança, sempre foi a música. Seu pai era um fã das "big bands" e seu irmão mais velho tocava trumpete. Pete começou tocando gaita de boca, com apenas 4 anos, mas depois passou a tocar violão e guitarra, mostrando-se muito talentoso. Conseguiu seu primeiro violão em 1959 e já no início dos anos 60 fazia parte de um trio chamado The Panters que tocavam covers do grupo The Shadows (banda de apoio de Cliff Richards). Posteriormente transformaram-se num quinteto, utilizando outros nomes como Wild Ones e Black Velvets. Os integrantes iam se sucedendo, até que chegou Ron Griffiths - nascido em 2 de outubro de 1946 - para o baixo, com fortes influências musicais do The Shadows e do The Ventures. O grupo, agora com o nome de The Iveys (numa alusão à canção Poison Ivy), foi em busca do sucesso. Em 1965, Mike Gibbins - nascido em 12 de março de 1949 - tornou-se o baterista da banda e elevou ainda mais o nível do grupo com seu estilo. No final desse ano, passaram a fazer shows de abertura para outros grupos como The Who, The Yardbirds e The Moody Blues, entre outros.
Em 1966, encontraram um novo empresário, chamado Bill Collins, e fixaram-se em Londres. Consta que foi Bill Collins quem encorajou os integrantes a escreverem suas próprias canções. Pete Ham mostrou ser o mais talentoso nesse sentido, enquanto que Ron Griffiths também arriscava algumas composições.
Em 1967, várias gravadoras tais como Decca (que já havia dispensado os Beatles), Pye e CBS manifestaram o desejo de contratá-los. Nesse mesmo ano, Dai Jenkins deixou a banda, sendo substituído por Tom Evans - nascido em 5 de junho de 1947. Evans já havia tocado com uma banda de R&B chamada Them Calderstones, muito influenciada pelo som da Motown.
Com seu estilo rock and roll e referências aos anos 50, conseguiram convencer Mal Evans (roadie dos Beatles) e Peter Asher (da dupla Peter And Gordon e produtor da Apple) a fazer um teste para o recém lançado selo Apple. Com isso, conseguiram chamar a atenção de ninguém menos do que Paul McCartney.
A história do Badfinger na Apple começou como um sonho, mas uma seqüência de fatos infelizes motivados principalmente pela desorganização do selo, bem como pela inexperiência de Mal Evans como produtor e deles próprios como banda, acabou não rendendo o sucesso esperado. Lançaram um compacto (Maybe Tomorrow / And Her Daddy's a Millionaire) e um LP (Maybe Tomorrow) em 1968, que não provocou o impacto desejado na Inglaterra e nos EUA, embora tenha sido muito bem recebido em países como Holanda, Itália, Japão e Alemanha.
Paul McCartney então deu-lhes a canção Come And Get It, que deveria fazer parte do filme The Magic Christian (no Brasil, Um Beatle no Paraíso) estrelado por Peter Sellers e Ringo Starr. Essa canção acabou alcançando o 4º lugar na lista de vendagem da Grã-Bretanha, o que fez da banda, que ainda se intitulava Iveys, o grupo de maior sucesso a assinar com os Beatles. Entretanto, Ron Griffiths teve que deixar a banda, pois sua então namorada estava grávida.
No final de 1969, para evitar confusões com uma banda mais antiga, chamada The Ivy League, mudaram então o nome para Badfinger, inspirados no nome original da canção With A Little Help from My Friends dos Beatles, que iria se chamar Badfinger Boogie. John Lennon chegou a sugerir que se chamassem The Glass Onion And The Grand Prix, mas resolveram ficar como Badfinger mesmo.
Tom Evans assumiu o baixo, pois tentaram sem sucesso recrutar Hamish Stuart do Marmalade. Nesse meio tempo, chegou Joey Molland (do Gary Walker And The Rain) para ser guitarrista e estava finalmente formado o núcleo fixo da banda.
Com a nova formação, Pete Ham e Tom Evans mostraram-se ótimos compositores e passaram a oferecer ao mundo canções como Carry On Till Tomorrow, Rock Of All Ages, No Matter What, Day After Day. Molland também começou a compor e passaram para um estilo um pouco mais "pesado", agradando em cheio aos novos fãs. Chegaram a ser a banda genuinamente britânica a ter a melhor vendagem desde os Beatles.
Em 1970 gravaram o álbum No Dice, que incluía canções como o hit No Matter What (figurou entre as 10 mais em várias paradas do mundo inteiro), Midnight Caller (sucesso na voz de Tim Hardin), We're For The Dark, Believe Me e Without You, que se tornou mundialmente conhecida na voz de Harry Nilsson - ficou por 4 semanas em primeiro lugar nos Estados Unidos - e, posteriormente, foi regravada por artistas do calibre de Mariah Carey, Air Supply e Paul Anka.
Ainda em 1970, Stan Polley assumiu como empresário do grupo. Polley tinha muito mais experiência do que o empresário anterior Bill Collins. Apesar disso, a banda gostava muito de Collins e tentou fazer com que continuasse gerenciando parte dos negócios, mas Collins não aceitou.
Polley reorganizou as finanças da banda e supostamente estava garantindo o futuro deles mas, no final das contas, eles não viram a cor da "grana".
Nessa época a banda começou a viver com esposas, filhos e namoradas em uma casa, em comunidade, vivendo com uma mesada bem curta dada por Polley. Segundo o empresário, o grosso do dinheiro seria investido em equipamentos e na divulgação da banda e isso justificava a curta mesada. Tom Evans, Joey e Mike fizeram severas críticas a Stan por isso. Porém, Pete Ham tinha total confiança em Polley e tudo ficou por isso mesmo.
Também por essa época, em paralelo à realização de seus próprios discos e composições, Ham, Evans e Molland participaram também de vários trabalhos importantes como o single It Don´t Come Easy, de Ringo Starr, o álbum All Things Must Pass, de George Harrison e o Concerto para Bangladesh, além de trabalharem no álbum Imagine de John Lennon.
No final de 1971, gravaram o álbum Straight Up, que vendeu muito bem. Apesar disso, os produtores do disco - George Harrison e Todd Rundgren - e os próprios integrantes, especialmente Molland, acharam que não estava com o som característico da banda. Parecia mais o som do final dos Beatles, ou o material solo de George Harrison. Não que isso fosse ruim, mas eles queriam sua própria identidade. Além disso, a Apple passava por problemas internos e a falta de uma divulgação mais adequada fez esse, que era o terceiro álbum do Badfinger, não alcançasse tanto sucesso. Apesar disso, Day After Day (com direito a duelo de slide guitar entre Pete Ham e George Harrison) foi sucesso no mundo inteiro, chegando a ganhar o disco de ouro nos Estados Unidos. Tentando capitalizar em cima do sucesso de Day After Day, a Capitol lançou o single Baby Blue que chegou ao 14º lugar nas paradas americanas.
Stan Polley fez com que o Badfinger se entregasse a turnês cansativas e a intermináveis sessões de gravação, alegando que tudo aquilo faria bem para eles, mas não foi bem assim...
Em 1972, precisavam lançar um novo disco, e se propuseram a produzi-lo eles mesmos. Mas a Apple estava falindo e eles só conseguiram lançar o disco em 1973 (o último pela Apple), intitulado Ass. Nesse intervalo, Polley tentou assinar um contrato multimilionário com a Warner Bros., mas Allen Klein (que já havia roubado uma grana violenta dos Beatles) os pressionava, oferecendo um contrato bem menos vantajoso pela Apple. Essa briga prejudicou o disco e ele "não aconteceu", assim como o single Apple of my Eye (a despedida da gravadora por Pete Ham). Outro fator que atrapalhou foi o lançamento quase simultâneo de Badfinger (também conhecido como For Love or Money) pela Warner, fazendo com que os dois discos competissem entre si.
Em 1974, lançaram pela Warner Bros. aquele que é considerado o seu melhor disco, Wish You Were Here. Era uma volta triunfante do Badfinger, pois esse disco foi cuidadosamente gravado e produzido. Apesar disso, problemas com a Warner fizeram com que o disco fosse recolhido. Dificuldades financeiras começaram a aparecer, com milhares de dólares indo parar nas mãos de advogados e, desta vez, era Pete Ham que ameaçava deixar a banda.
Ainda em 1974, a banda passou a contar com mais um integrante, o tecladista Bob Jackson que ocupou o lugar de Pete durante o breve período em que ele esteve fora da banda. No fim do ano era a vez de Joey Molland deixar a banda.
Em dezembro, já com Bob Jackson como integrante no lugar de Molland, gravaram Head First. Pete Ham assumiu todas as guitarras e compôs duas pérolas para o disco: o hit em potencial Lay me Down e o pedido de desculpas para Molland, Keep Believing. Apesar de ser um disco muito bom, Head First acabou ficando nos arquivos por 25 anos.
Em 1975, apenas um ano após assinarem com a Warner, a relação entre a banda e a gravadora já estava se deteriorando. O contrato foi cancelado e Pete Ham, muito abalado com tudo o que aconteceu e sem perspectivas de melhorar, cometeu suicídio em 24 de abril, enforcando-se em sua própria casa. Com o músico foi encontrado um bilhete, onde ele pedia desculpas pela situação financeira desastrosa (um dia antes, Pete ficou sabendo que Stan Polley, o empresário do grupo, havia fugido com toda o dinheiro da banda) em que ele havia colocado os amigos e sua namorada.
Tom e Bob montaram o The Dodgers e Joey estava com o seu Natural Gas (foi a banda de apoio de Peter Frampton).
Em 1979, a Elektra contratou Joey e Tom exigindo que eles utilizassem o nome Badfinger, independentemente da banda que eles viessem a montar. Lançaram o disco Airwaves que, apesar de canções como Lost Inside Your Love, Sail Away e Love is Gonna Come at Last, não foi bem nas paradas. Saíram em tournê com a ajuda de músicos como Tony Kaye (Yes), mas não conseguiram o sucesso esperado.
Em 1981, ainda com Kaye na banda, lançaram Say No More. Apesar de Hold On ter entrado no top 50, o disco não decolou e nem chegou a ser realizada uma tour para sua promoção. A instabilidade entre Molland e Evans apressou o final do 'novo' Badfinger. Fortes desentendimentos entre os dois amigos fizeram com que cada um montasse seu próprio Badfinger. Joey procurou o sindicato e conseguiu impedir Evans de usar o nome da banda que ele próprio havia criado. Os dois se encontraram pouco tempo depois e novamente entraram em forte atrito, pois Evans alegou ter assumido diversos compromissos e de ter vários contratos assinados que exigiam que ele se apresentasse como Badfinger. Joey não deu atenção a Evans, porém mal sabia que aquela seria a última vez que iria ver ou conversar com o antigo amigo e companheiro de banda.
Em 19 de novembro de 1983 Tom Evans, em profundo estado de depressão, também cometeu suicídio, enforcando-se no quintal de sua casa.
Em 4 de outubro de 2005, Mike Gibbins morreu de causas naturais.
Ainda hoje, Joey Molland excursiona como Joey Molland's Badfinger mantendo viva a memória da banda.
Trágico como possa parecer, o legado do Badfinger continua vivo até hoje, recrutando milhares de fãs por todo o mundo. Em 1990, foi lançado um álbum ao vivo Day After Day, gravado ainda em 1974. Em 1997, foram lançados um livro e um documentário (Without You: The Tragic History of Badfinger) contando a história da banda, sob a supervisão de Joey Molland. Também em 1997, foi lançado o CD BBC In Concert 72/73. Em 2000, finalmente, foi lançado o inédito álbum gravado em 1974, Head First.
Discografia
Como The Iveys
* Maybe Tomorrow (1968)
Como Badfinger
* Magic Christian Music (1970)
* No Dice (1970)
* Straight Up (1971)
* Ass (1973)
* Badfinger (1974)
* Wish You Were Here (1974)
* Airwaves (1979)
* Say No More (1981)
* Day After Day (1990)
* The Best of Badfinger (1995)
* BBC in Concert (1997)
* Without You: The Tragic History of Badfinger (1997)
* Head First (2000)


